sexta-feira, 17 de maio de 2013

Somos referência

Paz seja convosco! Nos últimos dias Deus tem falado ao meu coração sobre sermos referência e resolvi escrever um texto para refletirmos juntos em importantes acontecimentos relatados na bíblia. Por exemplo, na queda de Luz e fé levando parte dos anjos, creio que no céu não para a adoração, entretanto, caí com ele à referência pois, bíblia diz que quando foi criado nasceu á música (EZ 28:13). Enfim quando o assunto era música no céu, ele era referência. Após a queda, o Senhor recria a referência organizando a terra e criando o homem (GN.2) que possui como uma de suas características a capacidade de ressonar sons pelo seu corpo.  Essa combinação de sons e silêncio chama-se música. E, além disso, ele é criado tendo acesso á Deus com uma intimidade maravilhosa muito parecida com a que o anjo caído possuía e deixo claro que esse tipo de relacionamento profundo com o Pai é imprescindível, quando se trata de adoração. A intimidade nos leva a uma adoração verdadeira, sem ela somos emoção e empolgação, pois, adorar algo o que não se conhece e olhar por uma janela suja, uma linda paisagem. Vendo que Deus criou uma referência, Satanás torna Adão seu alvo a ser derrotado. Então vem a queda do homem e a promessa que viria um que pisaria a cabeça da serpente: Jesus (Gn3:15). O primogênito do Pai agora traz de novo o direcionamento para o povo: _Eu sou o caminho, a verdade e a vida. A partir da sua morte e ressurreição nasce a igreja. E estamos aqui para sermos referência do céu, aqueles que apontam a direção de Deus. Somos a igreja que canta, toca, dança e adora. E não somos eco de homens. Não precisamos andar por aí seguindo cantores, nem novos movimentos gospel. Temos uma história, fomos escolhidos por Deus, nos tornamos filhos e assim somos guiados por Ele (RM 8:14): Jesus é a nossa referência. Toda vez que alguém quer encontrar algum endereço, um local desconhecido, precisam de algo que os aponte como chegar. É nos fomos transformados nessa referência através do sangue de Cristo que nos lavou e nos faz reluzir nessa terra, nossa música, deve levar pessoas á Deus, não só a musica que cantamos nos cultos, mas, aquela que entoamos com as nossas vidas. O que quero com esse texto, e alerta-los: Somos uma igreja forte. Não falo de placas ou denominações, mas, com certeza de cada um de nós e precisamos nos posicionar, como um povo criativo, cheio do Espirito Santo, que tem intimidade com Deus e que sabe que está aqui para mostrar o novo e vivo caminho. Não ser imitador de rumores e sim ser o guia de tudo. Somos o fermento que move a massa, como disse Jesus na parábola sobre o reino. Você querido é a referência de Cristo na terra. É a referência na sua igreja, no seu bairro, na sua cidade, nesta nação. Não temos que nos conformar em sermos imitadores de homens, porque fomos chamados para andar com Deus e imitarmos a Cristo.  Deus tem diversidade de maneiras de agir, e precisamos descobrir de que forma Ele deseja guiar o nosso ministério na adoração. Não devemos cantar ou agir como o ministério de música da moda, precisamos ter autenticidade. Algumas pessoas dirão que precisamos de referência, não discordo. O que acontece nos nossos dias é que por estarmos encantados com as luzes da ribalta deixamos que isso ofusque a importância de Cristo como direcionador de nossa adoração. Somos á referência para esta geração. Assumamos nossa responsabilidade, oremos, estudemos á palavra do Senhor, intensamente e incansavelmente, busquemos o querer de Deus. Essa busca por excelência nos levará mais perto de Cristo o que nos fará cada vez mais parecidos com Ele, o que com certeza transformará o modo em que vemos o mundo e a maneira que  mundo no vê também. Transformando cada um de nós um referencial para as nações. Pensem nisso e que Deus os abençoe!


segunda-feira, 25 de março de 2013






Levita eu? Isso é que não!

Rev. Gildo Carvalho
Coord. Nacional da Commeq
É muito importante para mim, poder fazer uso desse canal de comunicação para expressar opiniões e levantar um debate importante. O termo “Levita” tem sido utilizado em grade parte das igrejas evangélicas no Brasil. Associa-se ao termo, a figura do músico, do adorador que ministra usando a música como ferramenta de sua expressão junto a Deus e aos Homens. Mas, será que isso tem fundamento bíblico? Será que não estamos nos permitindo ser guiados por um título bonito que está fora de questão para o que fomos chamados em nossos dias? Veja: A aliança (pacto) que fora firmada na cruz do Calvário, através de Nosso Senhor Jesus Cristo, trouxe consigo muitas mudanças no comportamento e na concepção dos Homens. Deus preparou o Ap. Pedro para receber Cornélio e aceitar seu convite para estar com ele em sua casa. Deu a Pedro uma visão tremenda e o ensinou que não poderia mais se limitar a ensinos antigos os quais o impediriam de estar com um gentio por não considerá-lo capaz de ser aceito por Deus. Qual não foi sua surpresa, ao encontrar Cornélio e muitos convidados, que mesmo sem ter-lhes imposto as mãos e nem ministrado sobre eles, apenas falava enquanto todos os que estavam presentes foram cheios do Espírito Santo! Imagine, se ele tivesse negligenciado a Nova Aliança? Muitas ovelhas novas deixariam de ser alcançadas. O mesmo acontece agora. Sem que se dê conta, muitos irmãos têm voltado à Velha Aliança, onde a Lei era o meio de acesso a Deus, e tem proferido com sua boca (ligando aqui na Terra) que o ministério de música de hoje é composto de Levitas! Eu digo a você leitor, NÃO! Não há Levitas nos nossos dias! A Nova Aliança que foi estabelecida com alto preço do sangue de Jesus não pode ser deixada de lado. O nosso sacerdócio vem de autoridade espiritual através da unção de Jesus em nós. Não temos linhagem de sangue dos Levitas, não estamos vivendo a Lei e os Profetas. A Salvação que conquistamos é pela Graça através do Pacto de Cristo! Se o nosso sacerdócio (considerando que a música também exerce função de sacerdócio) vem de Jesus – cf Apoc. 1:6 (E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai...) podemos lembrar que o autor de Hebreus diz que o sacerdócio de Jesus não vem das tribos, como a de Levi, porque Jesus, pelas tribos não poderia ser sacerdote, uma vez que sua linhagem era de Judá. Então, manifestou-se a sabedoria de Deus revelando que a autoridade sacerdotal de Jesus vem da mesma linhagem de Melquisedeque. Antes das tribos serem estabelecidas e, portanto, mais antiga e com maior autoridade. Observe: Melquisedeque – rei e sacerdote de Salém; Jesus – Rei dos reis e sumo sacerdote da nossa confissão; nós hoje (através da Nova Aliança) – reis e sacerdotes para Deus o Nosso Pai! Essa é a ordem correta! É a nossa verdadeira posição! Dizer que sou levita é trazer a lei de volta à minha vida através do que falo (pelas tuas palavras serás condenado ou justificado – Mateus 12:37). Na Lei o pecado domina (Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.- Romanos 6:14) A Lei tem maldição (Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las – Gálatas 3:10) , Jesus morreu na cruz fazendo-se maldição por nós e nos resgatou da maldição da Lei e fez de nós, gentios, autorizados com base na Sua linhagem a ministrar com o Poder do Seu Espírito aos Homens (Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito.Gálatas 3:13, 14). Então o quê somos? Somos filhos de Deus cumprindo um Chamado excelente. Sem títulos, para que a excelência do poder que opera através de nós seja de Deus. Esse é o nosso tesouro.